Liberdade
Suas mãos invasivas, percorrendo territórios alheios, tomando conta de cada centimetro de pele descoberta e desprotegida.
Na cegueira da sua violência, você tentou me afogar nos seus desejos de domínio onde seu medo se escondia.
Enquanto o canto da minha boca sangrava, meu espirito em fúria ressurgia no meio desse abandono e você se afogava na abundância de sua ira.
Você tentou me fazer invisível para mim mesma.
Que pecado!
Não conseguiu e hoje queima nas chamas de seu próprio inferno.

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